22 de fevereiro de 2009

As cores da vida

AS CORES DA VIDA

ઇઉ ઇઉ ઇઉ

Tem dias que as cores da vida
Amanhecem totalmente esmaecidas
Não brilham como deveriam
Não resplandecem como poderiam
A concretização de um sonho
Aparece no momento errado
Tudo fica muito tristonho
E tudo o que é colorido fica acinzentado
Nestas horas é preciso paciência
Para que o sonho não vire turbulência
E como paciência é uma virtude
É necessário manter a atitude
Pedindo aos Anjos dos céus
Os Anjos, filhos de Deus,
Que esta situação se reverta
E que o momento certo aconteça
Só assim as cores da vida
Serão novamente definidas
Terão brilho e matizes coloridos
E muitas vezes até mesmo atrevidos.

ઇઉ ઇઉ ઇઉ

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ઇ‍ઉ Vôos ઇ‍ઉ da ઇ‍ઉ Borbollettah ઇ‍ઉ
ઇ‍ઉ Borboletas ઇ‍ઉ

Aos casais... Ante a espessa ramaria
verde, e rendada ao sol deste verão
livres, felizes, cheias de alegria,
as borboletas pelos céus se vão...

Despreocupadas... Pela floração
se perdem, numa inquieta correria...
Onde foram? E em que lugar estão?
Já não se vê o olhar que as perseguia...

Mas, de repente, voltam pelo espaço,
trêmulas e amorosas de cansaço,
asas roxas e azuis ou violetas...

E invejoso pensei, vendo-as pelo ar:
quem me dera nascer, viver e amar,
como aqueles casais de borboletas!

(J.G.de Araujo Jorge)