14 de fevereiro de 2009

Fingindo inocência

FINGINDO INOCÊNCIA

ઇઉ ઇઉ ઇઉ

Te amei, me entreguei
Me fiz de inocente,
Te beijei, te abracei,
Me tornei displicente
Mas um dia acordei
Para não mais sofrer
Já não mais aceitei
Que tentes me convencer
A continuar te amando
E a mim mesma renunciando.

ઇઉ ઇઉ ઇઉ

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ઇ‍ઉ Vôos ઇ‍ઉ da ઇ‍ઉ Borbollettah ઇ‍ઉ
ઇ‍ઉ Borboletas ઇ‍ઉ

Aos casais... Ante a espessa ramaria
verde, e rendada ao sol deste verão
livres, felizes, cheias de alegria,
as borboletas pelos céus se vão...

Despreocupadas... Pela floração
se perdem, numa inquieta correria...
Onde foram? E em que lugar estão?
Já não se vê o olhar que as perseguia...

Mas, de repente, voltam pelo espaço,
trêmulas e amorosas de cansaço,
asas roxas e azuis ou violetas...

E invejoso pensei, vendo-as pelo ar:
quem me dera nascer, viver e amar,
como aqueles casais de borboletas!

(J.G.de Araujo Jorge)