29 de março de 2009

Como posso?

COMO POSSO?

ઇઉ ઇઉ ઇઉ

Como posso viver sem seu amor
Como posso viver sem este ardor
Que faz eu me sentir mulher
Em uma hora qualquer?
Como posso aceitar esta distância
Como posso viver nesta agonia
Que me tira das noites, o sono
Que transforma a primavera em outono?
Eu preciso de você ao meu lado
Quero deixá-lo totalmente cansado
De tanto carinho, carícias, enfim amor
Que fará de tanta falta, me recompor.

ઇઉ ઇઉ ઇઉ

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ઇ‍ઉ Vôos ઇ‍ઉ da ઇ‍ઉ Borbollettah ઇ‍ઉ
ઇ‍ઉ Borboletas ઇ‍ઉ

Aos casais... Ante a espessa ramaria
verde, e rendada ao sol deste verão
livres, felizes, cheias de alegria,
as borboletas pelos céus se vão...

Despreocupadas... Pela floração
se perdem, numa inquieta correria...
Onde foram? E em que lugar estão?
Já não se vê o olhar que as perseguia...

Mas, de repente, voltam pelo espaço,
trêmulas e amorosas de cansaço,
asas roxas e azuis ou violetas...

E invejoso pensei, vendo-as pelo ar:
quem me dera nascer, viver e amar,
como aqueles casais de borboletas!

(J.G.de Araujo Jorge)